ITÁLIA: Santa Catarina
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quarta-feira, 17 de fevereiro de 2021

08 RODOVIAS CONSTRUÍDAS SEM MAQUINÁRIOS




Algumas das estradas mais doidonas do mundo são gloriosos exemplos da engenhosidade humana - e uns passeios cheios de curvas radicais, para viajantes de alma forte.
Construídas a golpes de picareta por gente desesperada para abrir caminho ou obras complexas de engenheiros visionários
01 - TÚNEL GUOLING, CHINA 
A China é pródiga em estradas malucas, complicadas e perigosas. Mas o túnel Guoling - mil desculpas pelo trocadilho horroroso - vai longe demais. É um caminho de meter medo, bem no alto do penhasco de 120 metros de altura, e precariamente aberto pelos isolados moradores de um vilarejo das montanhas Taihang.


O piso e as paredes são escorregadios em uma passagem com apenas 4 metros de largura, uma mão dupla por onde os carros passam buzinando. Mas a paisagem do entorno é linda. Tem cachoeiras, cordilheiras, piscinas naturais. Para quem se mete nas curvinhas assassinas, melhor nem olhar
02 - ESTRADA DA SERRA DO RIO DO RASTRO, EM SANTA CATARINA, BRASIL 
Vista assim do alto, parece um autorama radical pendurado nas montanhas. E até que é. A estrada da serra do Rio do Rastro, em Santa Catarina, tem mais de 250 curvas espetacularmente fechadas, em 8 quilômetros de um caminho estreito para danar.

As subidas enfezadas fervem os carros mais fracotes, mas recompensam quem chega lá no fim do caminho, a 1400 metros de altitude, em Bom Jardim da Serra. Quando a neblina não aparece antes, ver o esplendor daquela montanha toda provoca até uns surtos ufanistas
03 - ESTRADA ATLÂNTICA, NA NORUEGA 
A Estrada Atlântica (ou Atlanterhavsveinen, em bom norueguês) tem 8 quilômetros de muita fotogenia. Sai de Kristiansund e vai até Averøy, ligando ilhotas da costa da Noruega.

Os nobres engenheiros responsáveis levaram 12 anos para construir o incrível emaranhado de passagens e pontes - algumas delas com curvas suspensas no ar, como o oceano lá embaixo. É uma espécie de parque de diversões, com paisagem escandinava de lambuja
04 - ESTRADA DAS "MIL KASBAHS", NA CORDILHEIRA ATLAS, NO MARROCOS 
Taí um jeito acidentadíssimo de ir de um ponto a outro. A estrada das "mil kasbahs" (fortalezas antigas) sobe a Garganta Dades, um cânion de cinema na cordilheira Atlas, no Marrocos. É um estonteante zigue-zague ribanceira acima.



As curvas, radicais, vão cortando um ambiente desértico, daqueles de levantar poeira. E o caminho vai passando por aldeias dos povos berberes e bosques de palmeiras. Lindo, diferentão. E, é, meio perigoso
05 - PASSO STELVIO, ENTRE DAVOS, NA SUÍÇA, E STELVIO, NA ITÁLIA 
Ela sai de Davos, na Suíça, e vai até Stelvio, na Itália. O Passo Stelvio tem 60 curvas ao longo de 144 quilômetros, e curvas beeeem estreitas. Enquanto tenta não derrapar, o motorista pode exercitar a visão periférica espiando uma paisagem alpina absurdamente bonita, que vale cada viradinha no volante.



A estrada passa por dentro do Parque Nacional de Stelvio, ao lado do lado di Livigno (felizmente em um trecho de 10 quilômetros em linha reta), pertinho de vacas balançando guizos. Tudo a prosaicos 2757 metros de altura
06 - PASSAGEM DE GOIS / FRANÇA 
Esta travessia de 5 km é passável por apenas algumas horas por dia quando a maré está baixa. O resto do tempo, ela fica submersa no Atlântico. A passagem liga a ilha de Noirmoutier com o continente.
07 - OASIS DAKHIA / EGITO 
O caminho para o Oásis de Dakhla Oasis oferece vistas deslumbrantes que lembram cenários de filmes de ficção científica em outro planeta.
08 - VIA DALTON / ALASKA 
A rodovia Dalton ganhou a sua fama em um popular programa de televisão da gringolândia sobre caminhoneiros do gelo, e consiste de uma estrada de quase 700 km estéril com apenas três pequenas aldeias ao longo do caminho.



CONHEÇA O MUNDO OLHANDO DA JANELA DO TREM


OS SONHOS QUE SONHEI
RECEBENDO BONIFICAÇÃO DO SILVIO SANTOS
Estava num local que parecia ser um pátio de uma grande empresa. Havia algumas pessoas, mas eu estava sozinho. Nisto chegou alguém perto de mim, com dois mapas. Mostrou-me, dizendo que era ali que eu deveria fazer a medição da qualidade do ar. Um era na chaminé do forno e o outro era na plaina. Nunca tinha ouvido falar que se fazia medição em plaina. Mas ali tinha os desenhos mostrando como se fazia. Nisto chegou o “Silvio Santos” dono do SBT e começou a entregar o que seria um presente de natal para os funcionários. A pessoa que estava perto de mim disse que era 7 reais. Porque era o que ele dava de presente. Então disse que já estava bom, e que o “Silvio Santos” tinha uns 24 mil funcionários, e sete reais para cada um, dava muito dinheiro. 


Então fui até o “Silvio Santos”, pegar meu bônus de natal. Quando cheguei, ele disse que o meu estava no bolso. Tirou o que seria meu bônus do bolso, que estava embrulhado em um pedaço de papel. Sai dali e fui abrir, quando não tinha ninguém por perto. Tinha uma nota de dez reais. Fiquei pensando porque ele teria dado 10 reais para mim. Quando tirei a nota, vi também que havia uma folha de cheque. Fiquei satisfeito. Mas quando abri o cheque, vi que ele era datado de 1995. Então vi que era um cheque, de uma firma que eu tinha trabalhado. Esta firma tinha pago alguma coisa ao “Silvio Santos” e este cheque teria sido devolvido, e nunca tinha sido pago. 


Imaginei que ele teria me dado o cheque por ironia. Nisto chegou perto de mim o “Vitinho”. Então disse a ele que a gente teria que fazer duas medições. Mas que seria amanhã. Ele perguntou quais. Disse que uma era no forno e outra na plaina. Ele então disse que não se fazia medição da qualidade do ar em plaina. Disse a ele que já tinha até o desenho de como se fazia. Mostrei a ele. Disse que era exigência da “FEAM” e que só assim eles liberariam a DIVIGUSA para funcionar. O Vitinho então foi ligar para alguém, para saber o que mais a FEAM estava exigindo.

SONHOS INUSITADOS







sexta-feira, 5 de fevereiro de 2021

6 LUGARES NO BRAZIL QUE TE FARÃO SENTIR NA ITÁLIA


O Brazil recebeu muitos imigrantes italianos e até hoje ostenta muito da cultura daquele país por suas ruas, mas alguns lugares em específico são verdadeiros centros italianos.


Bairro do Bixiga, São Paulo | São Paulo 
São Paulo é uma cidade que recebeu muitos imigrantes italianos e até hoje ostenta muito da cultura daquele país por suas ruas, mas alguns lugares em específico são verdadeiros centros italianos. Para os fãs de uma deliciosa culinária italiana, por exemplo, o bairro do Bixiga é o melhor lugar para encontrar ótimos restaurantes.

É conhecido por abrigar parte dos primeiros imigrantes da Itália que vieram para o Brasil e mantiveram vivas as tradições e costumes do seu país. Ao passar por lá, você provavelmente vai encontrar casas com arquitetura típica da Itália, assim como inúmeros restaurantes que servem massas espetaculares. 



Vale dos Vinhedos | Rio Grande do Sul 
No sul do país, a 120 quilômetros de Porto Alegre, está localizado o Vale dos Vinhedos. A região, que recebeu alguns dos primeiros imigrantes italianos no fim do século 19, está entre as principais produtoras de vinhos e espumantes do Brasil. São inúmeras vinícolas espalhadas ao longo de três cidades: a imperdível Bento Gonçalves, Garibaldi e Monte Belo do Sul, que formam, juntas, a Rota do Vinho - e o que lembra mais a Itália senão bons vinhos? É capaz até que você esqueça que está no Brasil e se sinta na famosa Toscana. 



Nova Veneza | Santa Catarina 
A cidade de Nova Veneza, que carrega o nome da sua tão famosa irmã italiana, inspirou-se em muitos detalhes na original: nomes de lojas, placas de sinalização em duas línguas ou casas típicas, por exemplo. Localizada a 230 quilômetros de Florianópolis, a charmosa cidade atrai turistas e fãs.


Uma gôndola veneziana enfeita o coração da cidade, para você se sentir na verdadeira Veneza. Colonizada por italianos vindos do norte do páis, a cidade ainda guarda muito da arquitetura trazida por eles em portais e praças, por exemplo, isso sem falar da gastronomia mediterrâena, uma das mais fiéis que você vai encontrar pelo Brasil, e dos costumes ainda presentes. 



Gramado | Rio Grande do Sul 
Localizado na Serra Gaúcha, o simpático município de Gramado pode parecer, à primeira vista, de forte influência alemã — de fato, eles estiveram presentes na colonização da cidade, mas um grande número de italianos também se estabeleceu ali, o que pode facilmente ser notado tanto em sua gastronomia quanto em sua fascinante arquitetura. É conhecida por sediar festivais de cinema, ter muitas e deliciosas fábricas de chocolate e, claro, pela Aldeia do Papai Noel. Talvez não propriamente Roma, mas pelo menos no norte da Itália você vai se sentir. 



Rota do Vinho em São Roque | São Paulo 
As famosas vinícolas da Itália possuem também sua versão paulista — para conhecê-la, é preciso percorrer a Rota do Vinho em São Roque. São mais de trinta estabelecimentos estabelecimentos que possuem jardins, vinícolas e, claro, restaurantes para apreciar uma boa massa e um bom vinho. A região também conta com pousadas para você poder deixar o carro e se deliciar com degustações da bebida — ainda que valha a pena escolher um motorista para vocês poderem passear de carro em meio a lindas paisagens e se sentirem na Toscana. 



Domingos Martins | Espírito Santo 
Domingos Martins é um município muito procurado na serra do Espírito Santo. Localizado a apenas 80 quilômetros da capital, Vitória, foi colonizado por italianos e alemães. A arquitetura alemã se sobressaiu e resiste até hoje. Enquanto a gastronomia italiana foi a que se destacou, e lá você pode comer pratos típicos italianos, entre deliciosas massas e risotos. Vale a pena conhecer, né? Afinal arquitetura alemã com comida italiana você não encontra nem na Europa. 



Bônus: Festas italianas 
Diversas festas tradicionais pelo Brasil resgatam o melhor da cultura italiana e nos levam, mesmo que seja um pouquinho, para o país europeu. A Festa de Nossa Senhora Achiropita, por exemplo, é uma das mais tradicionais da cidade de São Paulo e é realizada na Bela Vista durante todos os finais de semana de agosto.



A festividade reúne marchas e barracas que oferecem delícias típicas da Itália, como polenta, pizza, fogazza e doces típicos. São Paulo ainda tem festas como São Vito e San Gennaro. Outra que vale a pena é a Festa da Uva, que já se tornou uma tradição na cidade de Caxias do Sul, quando é celebrada a reverência à terra e à colheita, como elo de ligação entre as pessoas e a Itália. Ao todo são inúmeras barracas que oferecem bebidas e alimentos à base da uva, além de, claro, vinhos e espumantes.

Fonte dos textos e fotos: msn.com / Thymonthy Becker 


Conheça o estado de Alagoas


OS SONHOS QUE SONHEI
SOLITÁRIO
Estava no Bairro Esplanada. Próximo onde está hoje o monumento aos ferroviários, a locomotiva Maria-Fumaça. Só que esta locomotiva não estava ali. Tinha um muro comprido que acompanha a rua até aproximadamente onde esta a escola. Depois este muro fazia um vão para dentro do que seria a rua Engenheiro Benjamim de Oliveira, no sentido de quem vai para o Bairro Belvedere, de uns dez metros. Depois seguia na direção anterior por uns vinte metros e voltava ao nivel da rua que ele vinha anteriomente e ai seguia em direção as oficinas da ferrovia.


Este vão que o muro formava, ficou parecido com aqueles locais onde as pessoas ficam esperando o onibus, só que bem grande. Havia um só banco naquele ponto mais fundo do muro e bem no meio daqueles vinte metros de muro que seguiam no fundo. Eu estava sentado naquele banco, sozinho, olhando a rua que passava em frente, parecendo desolado, quando vi o Alex e seus dois filhos passarem. Quando o Alex acabava de passar, ele olhou para a direção onde eu estava. Imaginei que ele não tinha me visto. 


Nisto ele voltou, chegou na beirada onde o muro fazia aquele vão e me perguntou o que eu fazia ali. Disse a ele que eu não podia ir para casa de niguém, que eu tinha que ficar isolado e sozinho, por isso estava ali naquele espaço afastado. Ele então saiu e foi embora e eu fiquei sentado naquele banco olhando a rua que passava a frente.






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